Subo neste palco,
Minha alma cheira a talco
Como bumbum de bebê,
De bebê.
Minha aura é clara,
Só quem é clarevidente pode ver,
Pode ver.

Trago a minha banda,
Só quem sabe onde é Luanda
Saberá lhe dar valor,
Dar valor.
Vale o quanto pesa,
Prá quem preza o louco bumbum
Do tambor, do tambor.

Fogo eterno pra afugentar
O inferno prá outro lugar,
Fogo eterno pra consumir
O inferno fora daqui.
Fora daqui!
Fora daqui!

Venho para a festa,
Sei que muitos tem na testa
O Deus-Sol como um sinal,
Um sinal.
Eu, como devoto,
Trago um cesto de alegrias De quintal,
De Quintal.

Há também um cântaro,
Quem manda é a deusa música
Pedindo prá deixar,
Pra deixar
Derramar o bálsamo, fazer o canto
Cantar o cantar, la la iá.

Fogo eterno pra afugentar
O inferno prá outro lugar,
Fogo eterno pra consumir
O inferno fora daqui.
Fora daqui!
Fora daqui!

Webmaster & Design Ninh@ Lopes de Sá /Copyright © *Ninh@ Website®. É expressamente proibida, por lei, a divulgação desta página em outro site sem a autorização expressa da autora ou dos detentores de copyright do texto, da formatação e dos demais elementos que compõem a página, nos precisos termos da pela Lei 9.610 de 19/02/1998, Lei dos Direitos do Autor.