Dona,
desses traiçoeiros
Sonhos
sempre verdadeiros.
Oh, dona,
desses animais,
Dona,
dos teus ideais.

Pelas ruas onde andas,
onde manda todos nós,
Somos sempre mensageiros
esperando tua voz.
Seus desejos uma ordem,
na denúncia nunca é não,
Porque tens essa certeza
dentro do teu coração.
Tam, tam, tam batendo à porta,
não precisa ver quem é,
Pra sentir a impaciência
do teu corpo de mulher.
Um olhar me atira à cama,
um beijo me faz amar,
Não levanto, não me escondo,
porque sei que és minha
Dona.

Não há febre em teu caminho,
não há ondas no teu mar,
Não há vento ou tempestade
que te impeçam de voar.
Entre a cobra e o passarinho,
entre a pomba e o gavião,
Ou teu ódio, ou teu carinho,
nos carregam pela mão.
É a moça da cantiga,
a mulher da criação,
Umas vezes nossa amiga
outras nossa perdição.
O poder que nos levanta,
a força que nos faz cair,
Qual de nós ainda não sabe
que isso tudo é que faz
Dona, ah, ah!

 

 

Midi e letra do site Músicas MAQ.
Clique AQUI para dirigir-se ao site.

Copyright© 2002/2004 Ninh@ Lopes de Sá * Todos os direitos reservados* - Web design, edição e formatação por Ninh@ Lopes de Sá. É expressamente proibida, por lei, a divulgação desta página em outro site sem a autorização expressa da autora, nos precisos termos da Lei 9.610 de 19/02/1998, Lei dos Direitos do Autor.