Solidão.
Em tempos já passados, na névoa do infinito inconsciente, sonhei que estava só, em meio à turbulência do meio ambiente. Observei paineiras, flores e abelhas :
Todos em um só contacto, em um meio, muito ocupados :
- as paineiras cediam suas folhas para dar sombra aos que passassem;
- as flores forneciam mel às abelhas;
- e as abelhas pegavam o mel e se ocupavam em favos.

- E tu, o que fazias?
- Eu me ocupava em observá-los.
- Para que, tempo perder ?
- Para colher-lhes as lições.
- Que lições ?
- Das paineiras , colhi caridade.
- E do mel ?
- Bem do mel, colhi fraternidade.
- E das abelhas, o que colheste, afinal ?
- Das abelhas ... ... colhi a perseverança no trabalho.
- Com tudo isto, o que colheste, afinal ?
- A ecologia da vida, minha criança.
- Bem ..., então acho que também colhi algo.
- Ahh!! Colheu ? Então, me contas, o que ?
- Ora essa, o amor à natureza.
Enfim, caminhando na névoa, colhi um verdadeiro fruto, afinal, o eterno fruto da amizade : o amor
E, exatamente nessa hora, acordei !

 


 

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